Toda lista acumula gente que parou de abrir. Faz parte: as pessoas mudam de interesse, de e-mail, de vida. O problema é fingir que ainda estão lá.
Defina o que é inativo no seu caso
Depende da sua frequência. Se você envia toda semana, três meses sem abrir já é inativo. Se envia uma vez por mês, seis meses é uma régua melhor.
Use abertura e clique — a abertura ficou imprecisa por causa das proteções de privacidade.
A campanha de reativação
Dois ou três e-mails, espaçados por uma ou duas semanas:
- A pergunta direta. "Você ainda quer receber nossos e-mails?" com dois botões: sim, e sair. Honestidade funciona melhor do que parece.
- A oferta boa. Um desconto de verdade ou uma novidade relevante. Se nem isso move, o interesse acabou.
- O aviso final. "Vamos parar de enviar, a não ser que você clique aqui." Recupera uma parte que só estava distraída.
O que costuma acontecer
Uma fatia pequena volta, uma fatia se descadastra — o que é bom, porque é melhor que reclamação — e a maioria não responde nada.
Passo intermediário: reduzir a frequência
Antes de remover, dá para manter os inativos numa régua mínima — uma vez por trimestre, só nas datas fortes. Alguns voltam sozinhos na Black Friday.
Isso preserva parte da base sem contaminar o sinal dos seus envios regulares.
Depois, remova
Quem não reagiu a nada por um ano não vai reagir. Mantê-lo custa mensalidade e rebaixa sua entrega para quem interessa.
Guarde o registro de que ele existiu e saiu — só não envie mais.
Prevenir é melhor
- frequência compatível com o que você prometeu;
- conteúdo relevante entre as ofertas;
- página de preferências, para a pessoa receber menos em vez de sumir;
- segmentação, para não mandar o irrelevante.
No PowerMarketing o segmento por engajamento se atualiza sozinho, então identificar quem esfriou não é trabalho manual.