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E-mail marketing e LGPD: o que o pequeno negócio precisa fazer

Por Equipe PowerMarketing 3 min de leitura
Cadeado sobre o notebook

Imagem: Nathan Thomas (Pexels)

E-mail marketing e LGPD se resolvem com quatro práticas: ter base legal para enviar, guardar a prova de consentimento, permitir saída fácil a qualquer momento e atender pedidos de acesso e exclusão. Em caso de dúvida sobre o seu caso específico, consulte um profissional.

A LGPD se aplica a quem trata dados pessoais, e e-mail é dado pessoal. Isso vale para o negócio pequeno também. As obrigações práticas são menos assustadoras do que parecem.

Este texto é orientação geral, não parecer jurídico. Situações específicas — principalmente volume grande ou dados sensíveis — merecem consulta a um profissional.

Para marketing, a base mais segura e mais simples é o consentimento: a pessoa pediu para receber.

Há quem se apoie em outras bases para comunicação a clientes existentes. O consentimento é o caminho que não gera discussão — e é também o que produz lista melhor.

2. Guarde a prova

Quando a pessoa consentiu, de onde veio o cadastro, e o que exatamente foi oferecido a ela naquele momento.

A dupla confirmação registra isso naturalmente: data, hora e o clique. É por isso que ela é a forma mais prática de estar em conformidade.

3. Facilite a saída

Descadastro visível, em um clique, respeitado imediatamente. Enviar depois de a pessoa ter pedido para sair é justamente o tipo de coisa que gera reclamação formal.

4. Atenda os pedidos

A pessoa pode pedir para saber que dados você tem, corrigi-los ou excluí-los. Tenha um canal para isso — um endereço de e-mail declarado na política já resolve para a maioria dos negócios pequenos.

5. Diga o que você faz com os dados

Uma política de privacidade em linguagem clara, linkada no formulário e no rodapé dos e-mails: que dados você coleta, para quê, com quem compartilha e como a pessoa exerce os direitos dela.

6. Compartilhe só o necessário

Sua ferramenta de e-mail processa dados em seu nome. Verifique onde os dados ficam e o que a ferramenta faz com eles — e não repasse sua lista a terceiros sem base para isso.

O que a LGPD tornou inviável

Lista comprada. Não há base legal, não há prova de consentimento, e o ônus é de quem envia — não de quem vendeu. Está em por que não comprar lista de e-mails.

A parte boa

Quase tudo que a lei pede coincide com o que faz o e-mail marketing funcionar melhor: lista consentida, saída fácil, promessa cumprida. Conformidade e resultado apontam para o mesmo lado.

No PowerMarketing o consentimento fica registrado, o descadastro em um clique vai em todo envio e o rodapé legal é padrão em todos os planos.

Perguntas frequentes

Posso enviar para clientes sem pedir consentimento?
Há quem se apoie em outras bases legais para comunicação a clientes existentes, mas o consentimento é o caminho sem discussão. Em caso de dúvida, consulte um profissional.
O que preciso guardar como prova?
Quando a pessoa consentiu, de onde veio o cadastro e o que foi oferecido. A dupla confirmação registra isso automaticamente.
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Faz parte do guia
  1. Como medir os resultados do e-mail marketing

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