A resposta honesta é: depende de você ter lista. Sem lista, e-mail marketing é uma ferramenta sem matéria-prima.
O argumento que vale mais que o custo
Costuma-se defender e-mail pelo retorno por real investido. O argumento mais forte é outro: o canal é seu.
Alcance de rede social é decidido por outra empresa e muda sem aviso. Loja dentro de marketplace some quando o marketplace fecha. Uma lista de e-mails continua sua — você pode levá-la para outra ferramenta amanhã.
Quando compensa claramente
- você vende algo que a pessoa compra mais de uma vez;
- tem produto novo, coleção ou reposição com alguma frequência;
- já atendeu bastante gente e tem os contatos;
- seu ciclo de venda é longo e precisa manter presença;
- tem datas fortes — Natal, Dia das Mães, Black Friday.
Quando compensa menos
- venda estritamente única, sem recompra nem indicação;
- você não tem nem consegue montar lista própria;
- seu público realmente não usa e-mail — o que é mais raro do que se diz;
- você não tem nada a dizer entre uma promoção e outra.
Nesses casos vale investir antes em ser encontrado na busca e em atendimento.
O erro que faz parecer que não funciona
Comprar lista. O resultado é reclamação alta, reputação queimada e a conclusão errada de que "e-mail não funciona mais". O que não funcionou foi mandar e-mail para quem não pediu.
Quanto tempo leva
O primeiro retorno costuma vir no primeiro envio bem-feito para clientes existentes. O canal maduro — lista crescendo, automações rodando, receita previsível — leva alguns meses.
É mais lento que anúncio pago e muito mais barato depois de pronto.
Como testar sem gastar muito
Junte os contatos que já tem, assine o plano menor, envie uma vez por mês por três meses e meça a venda gerada. Três envios já dizem se o canal responde no seu caso.
No PowerMarketing o plano Start é R$ 199 por mês, sem fidelidade e com cancelamento em um clique — dá para testar por um trimestre e decidir com número na mão.