Praticamente toda ferramenta de e-mail marketing cobra pelas mesmas duas variáveis. Entender isso já evita a maior parte das surpresas.
As duas variáveis
- contatos: quantas pessoas ficam guardadas na sua base;
- envios por mês: quantas mensagens saem.
São coisas diferentes. Dez mil contatos que recebem um e-mail por mês são dez mil envios; os mesmos dez mil recebendo toda semana são quarenta mil.
O que costuma estar escondido
- contato inativo continua contando — você paga por quem nunca abre;
- descadastrado às vezes conta — em algumas ferramentas ele continua ocupando vaga;
- estouro de cota — cobrança extra, ou envio bloqueado no meio da campanha;
- fidelidade — plano anual com desconto que não se cancela;
- recursos por plano — automação, teste A/B ou domínio próprio trancados no plano de cima.
Como comparar de verdade
Pegue o seu caso: número real de contatos, número real de envios mensais. Depois veja em qual faixa você cai em cada ferramenta e quanto paga se crescer 50%.
Ferramenta barata que fica cara no degrau seguinte é armadilha comum — e trocar de ferramenta depois dá trabalho.
A conta que realmente importa
Quanto a lista traz de volta. Se um envio mensal gera três vendas de R$ 300, o canal pagou qualquer plano.
Para saber isso, marque os links das campanhas e acompanhe a venda gerada. Está em como medir os resultados.
Onde dá para economizar sem perder
Limpando a lista. Contato que nunca abre há um ano custa dinheiro todo mês e ainda piora sua entrega. Tirar quem não responde reduz o plano e melhora o resultado ao mesmo tempo.
Os preços do PowerMarketing
Três planos mensais, com preço na tela e sem vendedor: Start R$ 199 (5.000 contatos e 50.000 envios), Pro R$ 499 (25.000 e 250.000) e Business R$ 890 (50.000 e 500.000).
Quando um mês pede mais envio que o normal — Black Friday, por exemplo —, há pacotes avulsos de pagamento único, válidos por 12 meses, a partir de 50.000 envios por R$ 499. Sem fidelidade em nenhum caso: veja os planos.