A importação é rápida. O que dá trabalho — e o que evita problema — é o que vem antes e depois dela.
Antes: arrume a planilha
- uma coluna por informação: e-mail, nome, e o que mais você for usar;
- cabeçalho na primeira linha;
- remova duplicados;
- corrija erros óbvios — "gmail.con", "hotmal.com", espaço sobrando;
- salve como CSV com codificação UTF-8, senão acento vira símbolo.
Acrescente uma coluna de origem e outra de data do cadastro, se você souber. Servem para segmentar depois e são sua prova de consentimento.
A pergunta antes de importar
Todas essas pessoas autorizaram receber e-mail seu? Se a resposta for "algumas", separe as duas partes.
Para os contatos antigos que nunca receberam nada, o caminho é um pedido de confirmação antes — não um disparo direto.
Traga o histórico negativo
Se você está vindo de outra ferramenta, importe também quem se descadastrou e quem deu erro permanente — já marcados como tal. Reenviar para quem pediu para sair é o erro mais caro da migração.
Depois: não dispare para todo mundo
Comece pelos contatos mais recentes e mais engajados. Suba o volume ao longo de duas ou três semanas.
Importar dez mil e disparar dez mil no mesmo dia é o roteiro clássico para cair em spam logo no primeiro envio.
O primeiro e-mail lembra a origem
"Você está recebendo porque comprou na nossa loja em 2024." Uma frase assim reduz muito a reclamação — a maior parte das marcações de spam vem de gente que não lembra de onde você veio.
Confira o resultado da importação
A ferramenta vai reportar quantos entraram, quantos foram rejeitados e por quê. Endereço inválido rejeitado na importação é problema resolvido antes de virar bounce.
No PowerMarketing a importação aceita CSV com campos personalizados, e descadastrados e bounces ficam de fora dos envios automaticamente.