Segmentar é enviar para menos gente de propósito, porque o que você tem a dizer não interessa a todo mundo. Quase sempre o total de vendas sobe.
Os dois cortes que resolvem quase tudo
1. Engajamento
- abriu ou clicou nos últimos 30 dias — seu público quente;
- abriu nos últimos 90 dias — morno;
- não abre há mais de 6 meses — frio.
Sozinho, esse corte já muda muita coisa: envie mais para os quentes, menos para os frios, e tente reativar antes de remover.
2. Comportamento de compra
- nunca comprou;
- comprou uma vez;
- compra com frequência;
- comprou e sumiu.
Cada grupo precisa de uma mensagem diferente. Oferecer "bem-vindo, primeira compra com desconto" a quem já é cliente há dois anos irrita.
Cortes que valem, depois desses
- categoria comprada — quem compra ração de gato não quer e-mail de ração de cachorro;
- região — para frete, evento ou entrega local;
- origem do cadastro — quem veio por cupom se comporta diferente de quem veio por conteúdo;
- ticket — quem gasta mais aceita oferta diferente.
O erro comum: segmentar demais
Quinze segmentos com cinquenta pessoas cada dão muito trabalho e pouco resultado. Comece com três ou quatro e cresça quando a lista crescer.
Segmento que se atualiza sozinho
Segmento manual desatualiza na semana seguinte. O que funciona é a regra — "clicou nos últimos 30 dias" —, avaliada na hora do envio.
No PowerMarketing os segmentos dinâmicos se atualizam sozinhos: 5 no plano Start e sem limite no Pro e no Business.
Como medir se valeu
Compare o total de cliques e de vendas, não a taxa. Enviar para metade da lista com o dobro da taxa de clique é empate em número — o ganho está em não cansar a outra metade, que continua disponível para a próxima.
Comece hoje com um corte só
Separe quem abriu nos últimos 90 dias e mande o próximo envio só para eles. Compare com o envio anterior. É a forma mais rápida de ver o efeito sem montar estrutura nenhuma.